domingo, 15 de fevereiro de 2009

Desencontros (2004) - O Desencontro


Daniel Freitas e Raquel Alfonsin

Desencontros (2004) - Heresia

Heresia trata o tema de forma arquetípica. Inspirada na cena A Serpente, de Nelson Rodrigues, fala sobre duas irmãs e um rapaz movidos por seus instintos mais primitivos. Nela, temas universais que movem o conflito humano estão indissoluvelmente ligados: amor, sexo, poder e morte.

Desencontros (2004) - Heresia


Viviane e Raquel Alfonsin.

Desencontros (2004) - Heresia


Viviane e Raquel Alfonsin.
Foto: Carlos Cruz

Desencontros (2004) - Heresia


Daniel Freitas, Raquel Alfonsin e Viviane Juguero
Foto: Carlos Cruz

Desencontros (2004) - Ficha Técnica

Dramaturgia e direção geral:
Viviane Juguero
Elenco:
Daniel Freitas
Paulo Bocca
Raquel Alfonsin
Viviane Juguero
Figuração no Basttidores Bar: Rosaura Costa
Sonoplastia e Trilha Sonora: Christian Benvenuti
Iluminação: Anilton Souza e Tiago Souza (Cia de Arte) Miguel Tamarajó "Jacka" (Basttidores)
Figurinos: Chana Manica, Rita Demichei
Cenário: Paulo Bocca
Coreografia: Daniel Freitas
Assistência em Direção: Raquel Alfonsin
Operação de Som e Bilheteria: Virgínia Gogui
Locuções em off: Christian Benvenuti, Daniel Freitas, Marina Klein, Jorge Vieira, Paulo Bocca, Raquel Alfonsin, Terence Veras e Viviane Juguero
Voz cantada em off: Adriana Deffenti
Gravação e pré-edição das locuções em off :Sociedade Acústica – técnico: Leonardo Salgado
Arte Gráfica: Gabriela Mühlbach
Fotos: Carlos Cruz
Direção de Produção: Delta V Produções
Produção Executiva e Divulgação: Zé Benetti e Viviane Juguero

Canto de Ofélia (2004)


Na foto, clicada por Carlos Cruz, Viviane e suas alunas.

Canto de Ofélia (2004)

Canto de Ofélia foi uma performance criada por Viviane Juguero, onde a personagem Ofélia, de Shakespeare, é apresentada desde o momento no qual vive a paixão por Hamlet e sente-se correspondida, passando pela proibição paterna, a dor de ver o seu amado louco e a seguir, a morte de seu pai. Transtornada, Ofélia enlouquece e, em seu canto de dor sucumbe em um mar de flores.
As alunas de teatro de Viviane participaram da performance ligando as cenas. Representavam a pureza e a angústia adolescente de Ofélia. A presença suave destas figuras, ora cantando, ora dançando, contrastavam com o declínio da personagem em sua jornada até a morte. Em sua estréia no teatro, Carol, Luana, Sabrina, Gabriela e Lauren mostraram que tem todos os requisitos para seguir desenvolvendo suas habilidades em atuação.

Ficha Técnica:

Dramaturgia, direção geral e protagonização: Viviane Juguero

Atrizes coadjuvantes: Carol, Lauren, Luana, Gabriela e Sabrina.

Produção e divulgação: Delta V. Produções

Local: Cia de Arte Café

Deus é Boca (2003)

Deus é Boca (2003)

Maurício Dias e Walter Riedweg mostraram, durante a 4ª Bienal do Mercosul, a instalação em vídeo Deus é Boca, um recorte da cultura brasileira que se estende desde audiências em juízo até cultos evangélicos, de políticos em campanha eleitoral até ritos de umbanda. Um travesti desdentado de Copacabana lê trechos da Constituição Federal, ao passo que, na tela ao lado, uma vereadora aparece num baile funk . Todas as formas sincretistas da religião são mobilizadas. Em uma mistura explosiva de sexo, religião, misticismo e poder explicita-se, numa linguagem visual sugestiva, a vida fervilhante do maior país tropical do mundo, ao passo que atores jogam bingo numa caixa de vidro. Enquanto os atores jogam um bingo absurdo ao vivo, nas telas são projetadas 44 definições diferentes de Deus, todas com 4 letras, entre elas Deus é Nada, Deus é Ódio, Deus é Arte, Deus é Drag, Deus é Tudo, Deus é Bofe, Deus é Diva, Deus é Boca.
Mas o caleidoscópio de Dias e Riedweg transcende, em muito, a religião. Trata de uma “carnavalização da vida” (segundo Roberto da Matta), de uma penetração de toda a existência por valores carnavalescos, que produz conseqüências políticas e culturais de longo alcance.
Em cada cidade que o trabalho é apresentado, atores locais são convidados para trabalhar na obra, criando suas pŕoprias intervenções e textos. O trabalho ficou em cartaz, em Porto Alegre, por três meses. Os atores trabalhavam de terça a domingo, em turnos de três horas, realizando intervenções de 1 minuto a cada 4 minutos da obra. Viviane, enquanto jogava bingo, fazia uma dubladora cujos movimentos da boca e som da voz ficavam “dissincronizados”, embora realizados ao vivo pela atriz.

Ficha Técnica:
Autores: Maurício Dias e Walter Riedweg
Elenco: Daniel Freitas, Lígia Riggo, Luiz Brum e Viviane Juguero
O texto acima foi, em parte, adaptado do comentário de Alfons Hug, curador da Mostra Transversal, presente no livro sobre a 4ª Bienal do Mercosul, editado pela Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul com o apoio institucional da LIC/RS.
Fotos: Carlos Cruz

Evento: Bienal de Artes Plásticas do MERCOSUL de 2003
Local: Santander Cultural
Período: outubro e novembro de 2003

Fotos: Carlos Cruz

Deus é Boca (2003)

Mosaico (2003-2004)


Viviane e Toneco da Costa. Foto: Carlos Cruz

Mosaico (2003-2004)

Mosaico é um show que foi apresentado em bares e cafés na cidade de Porto Alegre em 2003 e 2004. O trabalho faz um apanhado das músicas que fizeram parte de outras apresentações realizadas por Toneco da Costa e Viviane Juguero: Sons, show que apresentava composições de Toneco da Costa; Estrelas do Brasil, em homenagem à Elis Regina, Gal Costa e Carmem Miranda e Sempre Elis, somente com músicas que foram gravadas por Elis Regina.

Ficha Técnica:
Violão e arranjos – Toneco da Costa
Voz – Viviane Juguero
Fotos – Carlos Cruz
Produção e Divulgação – Delta V. Produções

Apoio: SEMAPI, FM Cultura e S A Produtora

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Moleque Gonzaguinha - 10 anos de saudade (2002)


Em 2002, Viviane foi convidada pela cantora Nanci Araújo para participar de um show em homenagem à Gonzaguinha, lembrando os 10 anos de sua morte.A apresentação aconteceu no Teatro de Câmara Túlio Piva. Além de Viviane, estiveram no palco, Lottar Gutierrez, Dionísio, Nanci Araújo, Ernesto Fagundes, Neto Fagundes e Tom Gil, dentre outros artistas.

Sempre Elis (2002-2003)


Rafael Leidens idealizou e produziu um show em homenagem à cantora Elis Regina.
Ficha técnica:
Rafael Leidens - manipulação de bonecos
Toneco da Costa - violão
Viviane Juguero - voz
Esse trabalho fez apresentações em diversos bares e cafés de Porto Alegre.

Delta V Produções (2002-2009)

A partir de 2002, a frente da Delta V produções, Viviane trabalhou com a produção e divulgação de espetáculos e eventos. Em breve, haverá maiores informações em blog específico: deltavproducoes.blogspot.com

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sons (2002)


Toneco da Costa - um dos maiores violonistas da Música Popular Brasileira - a dança de seus dedos é pura poesia.
Foto clicada por Carlos Cruz.

Toneco da Costa, Viviane JUguero, Mário Carvalho e Fernando do Ó.
Foto clicada por Carlos Cruz.

Toneco da Costa, Viviane Juguero, Beth Mann, Helena Meneghello, Paulo Mello e Fernando do Ó (ao fundo).
Foto clicada por Carlos Cruz.

Sons (2002)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sons (2002)

Sons (2002)

SONS apresentou as composições do grande violonista Toneco da Costa. O trabalho foi apresentado no Teatro de Câmara de Porto Alegre, em novembro de 2002.

FICHA TÉCNICA:
Composições e arranjos: Toneco da Costa e parceiros
Voz: .Viviane Juguero Grupo Vocal Muito Prazer (Beth Mann, Helena Meneghello, Paulo Mello e Toneco da Costa)
Violão: Toneco da Costa e Thiago Gonçalves
Contrabaixo: Mário Carvalho
Percussão: Fernando do Ó
Direção Musical: Toneco da Costa
Iluminação: Jessé Oliveira
Sonorização: Vito Perez
Art Designer: Ricardo Machado
Divulgação: Virgínia Gogui
Fotografia: Carlos Cruz e Adriana Lampert
Fotografia Arte Gráfica: Túlio Pinto
Produção: Virgínia Gogui e Viviane Juguero

Repertório:
1- Dia Desses (Toneco da Costa / Paulo Brochado)
2- Eterna (Toneco da Costa / Kledir Ramil)
3- Alguma Coisa Solta no Céu (Toneco da Costa / Giba-Giba)
4- Escuta (Toneco da Costa / Kledir Ramil)
5- Delirar (Toneco da Costa / Arnaldo Sisson)
6- Thiago (Toneco da Costa)
7- Não Misture (Toneco da Costa / Giba-Giba)
8- Maria Antiga (Toneco da Costa / Luiz Coronel)
9- Sonho Um (Toneco da Costa / Fernando Ribeiro)
10- Sonho (Toneco da Costa)
11- Borges (Toneco da Costa)
12- Infinita Saudade (Toneco da Costa)
13- É Quase Estranho (Toneco da Costa)
14-Herança (Toneco da Costa / Arnaldo Sisson)
15- Brasil VT Urgente (Toneco da Costa)
16- Rêde de Tênis (Toneco da Costa / Jerônimo Jardim)
17- Cêrco à Princesa (Toneco da Costa / Giba-Giba)

Estrelas do Brasil (2001-2002)

Estrelas do Brasil (2001-2002)


“Estrelas do Brasil” era uma celebração à música brasileira, rememorando um pouco de sua história, por meio de uma homenagem a três grandes divas da nossa música: Carmem Miranda, Elis Regina e Gal Costa encantavam a platéia nas belíssimas marionetes manipuladas por Rafael Leideins, sob a direção de Mário de Ballenti. Viviane Juguero e o violonista Toneco da Costa apresentavam as canções de forma descontraída, com a utilização de adereços cênicos que relembravam às divas de forma lúdica.
O trabalho foi apresentado em diversos bares e cafés de Porto Alegre, como o Café Concerto Majestic da Casa de Cultura Mário Quintana e o Coletânea Café.

Tap's Voice (2001)


O espetáculo musical “Tap’s Voice” apresenta o sapateado americano não somente como uma dança, mas, principalmente, como instrumento percussivo extremamente rico em suas possibilidades.
No repertório, clássicos do jazz.
Os figurinos branco e preto e as performances dos artistas remetem à estilização do clima dos filmes hollywoodianos dos anos 50.
Ficha Técnica:
voz – Viviane Juguero
contrabaixo – Adelamir de Souza Neto
sapateado americano – Raquel Cappelletto
Direção coletiva
Figurinos – Raquel Cappelletto

Esse trabalho foi apresentado na Casa de Teatro e no Coletânea Café em 2001.

Tap's Voice (2001)


Canções que o tempo não apaga (2001)



Trabalho musical com canções de Gonzaguinha, Chico Buarque, Lupicínio Rodrigues e Tom Jobim.
Voz e concepção: Viviane Juguero
Violão: Luiz Costa
Bailarina de sapateado americano: Raquel Cappelletto
Figurinos: Raquel Cappelletto
Produção e divulgação: Viviane Juguero e Virgínia Gogui
Fotos: Sandro Bustamante

Esse trabalho foi apresentado na Casa de Teatro e no Coletânea Café em outubro e novembro de 2001.

Serpente, Pulp e Nelson Rodrigues (2001)


Na foto, clicada por Luiz Paulo Vasconcellos, João Ricardo e Viviane Juguero.

Serpente, Pulp e Nelson Rodrigues (2001)

Baseado na obra “A Serpente”, de Nelson Rodrigues, o diretor João Ricardo propôs uma encenação dentro da estética “kitsch”, com uma guitarra executada ao vivo marcando as ações da cena, a qual ocorria em ambiente claustrofóbico.

Autor: Nelson Rodrigues
Direção: João Ricardo
Elenco: Débora Rodrigues, João Ricardo, Lisandro Bellotto e Viviane Juguero.
Criação da trilha: Mano Sá
Execução da trilha: Mano Sá ou Felipe Lima

O espetáculo cumpriu tempoarada em junho de 2001, na sala 504 da Usina do Gasômetro.

A Ilha Desconhecida (2000)